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Poznan - Balanço

Posted on 31 Agosto 2009 by admin

Vamos primeiro às classificações:

LM2x »» 10º em 20 equipas

LW2x »» 14º em 16 equipas

LM4- »» 19º em 20 equipas

W2 - »» 15º em 15 equipas

Como se esperava, a melhor classificação foi da dupla olímpica, ao ficar em 4º lugar da final B. Quanto às restantes equipas, só foram perter tempo e forças! A culpa não será propriamente dos próprios atletas, mas sim de quem lá os colocou. É capaz de dar jeito para depois dizer ao IDP quantos cascos tivemos no Mundial! Mas não se admirem se alguêm com responsabilidades deitar as culpas para cima dos atletas, acusando-os de estarem mal preparados, de irem para a selecção com maus tempos. Estes resultados espelham o estado em que está o remo nacional. Espelham a pobreza em que nos encontramos. Quando irá acabar? isso agora…

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Mundiais em Poznan

Posted on 24 Agosto 2009 by admin

Não foi da melhor maneira que Portugal começou mais um Mundial, apesar de ter levado 4 (?) tripulações a representar as quinas.

Eis os resultados:

LM2x - 4º lugar »» 7′25.81 — repescagem dia 26 com África do Sul, India, Russia e Estados Unidos

LW2x - 5º lugar »» 8′19.68 — respescagem dia 26 com Indonésia, Holanda, Suécia e Estados Unidos

W2- - 5º lugar »» 8′13.68 — repescagem dia 25 com Croácia, França, Holanda, Bielorússia e Ucránia

LM4- - 5º lugar »» 7′04.58 — repescagem dia 26 com Chile, Belgica, Canadá, Suiça e Austrália

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Uma pequena derrota

Posted on 04 Agosto 2009 by admin

Podemos dizer que RM teve a sua primeira derrota. Não conseguiu aprovar os estatutos à sua maneira, não conseguiu fazer “desaparecer” como tão bem queria as AR e não conseguiu “minar” o remo nacional tal como queria.

Será a primeira de muitas derrotas… uma palavra de louvor aos clubes que tiveram coragem de dizer “não” aos estatutos propostos pela direcção da FPR.

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Proposta de novos estatutos chumbada!

Posted on 19 Julho 2009 by admin

Apesar da marcação da AG ter sido na véspera do nacional e bem distante do local deste último, alguns clubes de remo mostraram-se disponíveis e disseram não à proposta de alteração de estatutos. Agora, querem responsabilizá-los pelo que de menos bom poderá acontecer ao remo nacional. Também não falta muito para o remo fechar portas…

Esperamos por novidades acerca deste documento. Pelos vistos, agora sim, alguns clubes vão ser ouvidos para esta alteração. E não é preciso assistirmos a coisas tristes, como aconteceu nesta última AG, onde alguns pensam que por falarem bem alto, conseguem amedrontar seja quem for! A esses, também um dia lá chegará a oportunidade de enfiarem a viola no saco e limitarem-se à sua insignificância!

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E esta heimmm

Posted on 18 Abril 2009 by admin

Então ninguem nos convida? e esta heimmm.

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AG turbulenta

Posted on 09 Abril 2009 by admin

Factos:

AG marcada para as 09h30

Chegada do Presidente da AG da FPR: 09h58

10h23: começaram as assinaturas de quem podia exercer o poder de voto

10h40: fim das assinaturas

Antes de tudo, a Mesa da AG foi mais uma vez questionada sobre a admissão da APAR.

13h00: vai a votação da AG sobre a possibilidade da APAR ter sentido de voto sobre o RC.

167 votos contra, 163 votos a favor

Depois desta votação começa a ser discutido o RC.

a passar das 16h00 (7 horas depois de entrarmos em AG) foi a votos o RC.

165 votos a favor, 134 votos contra, 18 abstenções

No fim, aliás no 4º ponto dos trabalhos, vai a votação da integração com o associado da APAR na FPR.

307 votos a favor (incluindo as rasconetes), 9 votos contros, 1 abstenção - unico clube a votar contra foi o Clube Naval de Lisboa

Como se previa, a FPR lá foi respondendo às questões levantadas, mas o que não foi possivel explicar é como vai sanear as contas da FPR, nem quem são os credores, se bem que lá foram dizendo que o principal é uma agência de viagens.

As votações tiveram que ser feitas por chamada, visto que alguns dos clubes que estavam presentes, nomeadamente os clubes com menos que 9 votos, sabiam quantos votos tinham direito…

Foi notória mais uma vez a tendência de voto, sobretudo daqueles clubes que não têm uma grande expressão no remo.

A não comparência na AG do Portus Cale e do Vilacondense foi notada, bem como a ausência da AAC, aquando da votação para o RC.

Os clubes têm que, de uma vez por todas, meter na cabeça que estes momento também são importantes para o remo nacional e não somente a sua participação nas regatas. Os problemas têm que ser combatidos de frente, bem como assumirem publicamente de que lado estão.

E meu caro amigo Carlos, com este presidente (da ANTREMO) podes tirar o cavalinho da chuva porque nunca serás aceite como socio.

Deixei as boas noticias para o fim, sendo certo que alguns clubes já receberam subsídios e que, pelos vistos (pelo menos foi a promessa do presidente em exercício da FPR) as Ar’s também.

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1º aquecimento

Posted on 20 Março 2009 by admin

Mas antes vamos ter o primeiro aquecimento já neste fim de semana, no EN e no CN Juvenis.

A APAR já fez saber que “os árbitros não comparecerão nos Campeonatos e Encontro Nacional”. Por outro lado, o presidente da FPR emitiu um oficio a informar que “os referidos Campeonatos vão realizar-se com os árbitros convocados pelo Conselho de Arbitragem que estão disponíveis para arbitrar, e com os elementos da organização que estão prontos para colaborar com a referida equipa de arbitragem… Os referidos Campeonatos serão homologados…” A ver vamos no que dá.

Entretanto, o Infante fez uma carta aberta aos clubes e remo português onde relata uma série de situações que, diz o clube, prejudicaram o remo nacional, situações proporcionadas pelo presidente em exercício da FPR. E por estas razões decidiram não participarem nestes próximos Campeonatos.

Temos que reconhecer que é uma medida corajosa e que demonstra claramente quais as suas ideias de forma aberta, sem receios e encorajadora! Será que mais clubes irão fazer o mesmo?

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Relatório e Contas - a não perder 09h30

Posted on 20 Março 2009 by admin

Saiu a tão desejada data, para o tão desejado momento - mais um!

Será a 4 de Abril, no Auditório da Biblioteca Municipal Municipal Afonso Duarte, ao Largo Alves de Sousa, em Montemor-o-Velho. Ai vamos literalmente acertar contas, será a votação para aprovação OU NÃO do Relatório e Contas do ano de 2008. E ao que se houve por ai, o timoneiro da embarcação sem rumo que se prepare porque é capaz de ser chamado a explicar cara a cara porque não cumpre com certos contratos! vai aquecer…

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“A forma de atribuição de votos foi manipulada”

Posted on 12 Março 2009 by admin

Depois do tão conturbado e contestado escrutinio para a direcção da FPR, e observando tudo o que se tem passado desde então, foi necessário obter as impressões de João Oliveira, o candidato que se mostrou disponível para tentar mudar o rumo de uma Federação sem rumo.

Fizemos uma pequena entrevista onde se pode observar uma pessoa com caracter e sem receios de dizer o que pensa e o que sente sobre tudo o que se está a passar no remo nacional.

Sabemos que impugnou as eleições. Justifica com o facto de terem havido vários clubes que tiveram 9 votos quando deveriam ter tido menos. Acha que as instâncias competentes lhe vão dar razão?

É provável que a primeira instância (a Comissão Eleitoral) não me dê razão, porque dois dos seus três elementos já permitiram a ocorrência de flagrantes irregularidades e ilegalidades no processo eleitoral.
Mas, mesmo que tal aconteça, a possibilidade de justiça não se desvanece. Com honestidade, ninguém consegue divisar razões para que as colectividades em causa dispusessem dos votos eleitorais que os serviços da Federação lhes conferiram; só mesmo o facto de terem sido usadas pelos interesses da lista da “continuidade” o pode justificar. Por isso, a determinada altura, alguma instância legal acabará por reconhecê-lo e dar-me razão.

Afirmou pouco antes de saber os resultados que à partida teria a maioria dos votos. Consegue perceber quais as razões que fizeram com que alguns clubes que lhe prometeram o voto, tenham mudado de opinião e votado na lista adversária?

Antes de mais, quero esclarecer que nenhum clube prometeu o voto à candidatura que integrei. A nossa maneira de nos relacionarmos com os clubes não passa por pedir os votos ou as promessas de ninguém, da mesma maneira que não passa por negócios de troca de votos por favores.
Afirmei que teria a maioria dos votos porque disso me convenci pela convergência entre as propostas da lista “devolver o remo aos clubes” e os pontos de vista e aspirações da grande maioria dos clubes de Remo e associações de classe.
Continuo a não duvidar dessa convergência. Não foram os resultados da votação de dia 21 de Fevereiro que a negaram. O que houve foi vários factores a contribuir para uma dissociação entre a vontade do Remo português e o que aquela assembleia eleitoral manifestou.
Em primeiro lugar, como já se viu, houve batota: a forma de atribuição de votos foi manipulada para dar jeito à lista da “continuidade” e não representa a realidade do Remo português.
Em segundo lugar, o impedimento da participação da Associação Portuguesa de Árbitros na assembleia eleitoral foi claramente motivado pelo receio que os dirigentes federativos tiveram de que os votos dessa associação não lhes fossem favoráveis (e o mesmo foi tentado, embora sem êxito, com a Associação Nacional de Atletas de Remo).
Em terceiro lugar, há clubes com fragilidades diversas que, mesmo sem concordarem com os métodos e atitudes da actual gerência federativa, são permeáveis às pressões e promessas que esta faz a troco de votos. Essas pressões significam, por vezes, ameaças e as promessas visam apenas retribuir o clientelismo. Não consigo evitar de pensar nos métodos de algumas organizações com raízes no sul de Itália.

Houve um empate na votação com clubes que tinham 9 votos. E perdeu de forma esmagadora para os clubes com menos expressão. Como interpreta estes números?

Os clubes que classifica como de “menos expressão” têm, na verdade, escassa ou nula actividade de Remo e, na maioria, não estiveram na Assembleia Geral eleitoral com vontade própria. Foram meros joguetes do pequeno grupo que controla a Federação, que lhes extorquiu credenciais de voto ou os convenceu a votar na sua lista com argumentos que, até que me provem o contrário, estou convencido de que em nada respeitaram a justiça e a transparência da gestão federativa.

Há quem diga que a FPR tem um estrondoso buraco financeiro e não tem dinheiro para cumprir com os seus compromissos. Caso consiga levar de vencida a batalha, o que pensa encontrar na FPR? E de que forma vai conseguir cumprir com os compromissos, como por exemplo pagar despesas aos Árbitros ou cumprir com os contratos-programa firmados com as Associação e que ainda não foram pagos?

A avaliar pelas dívidas que se conhecem, a lista em que me integro espera encontrar, de facto, um importante problema financeiro na FPR. A opacidade que tem caracterizado a acção da direcção da FPR contribui para criar fortes receios sobre a saúde financeira do organismo. Por isso anunciámos desde sempre que, entrados em funções, procederemos a uma auditoria que permita retratar exactamente a situação.
De qualquer modo, connosco, três coisas serão certas. (1) Os compromissos institucionais, independentemente de quem os tenha firmado, são para cumprir. (2) Seja qual for a situação, dela informaremos com verdade e rigor o Remo nacional. (3) Todas as medidas de saneamento que se revelem necessárias serão justas, equitativas e transparentes - a haver sacrifícios, não será só para alguns, nem o amiguismo, o clientelismo ou o pagamento de favores serão alguma vez critérios para criar beneficiados ou privilegiados.

Por último, que mensagem poderá deixar a todos os que o apoiam, caso consiga abraçar a direcção da FPR?

Infelizmente, o que está a acontecer no Remo português não é uma simples disputa eleitoral entre duas equipas com propostas diferentes.
Do que se trata, neste momento, é de libertar uma modalidade histórica, plena de predicados sociais e educativos, do controlo por parte de quem, num exercício de poder autocrático que assume foros patológicos, declarou guerra a todos os que gostam deste desporto e o interpretam correctamente.
A candidatura “Devolver o Remo aos Clubes” é apenas uma faceta de um movimento muito mais vasto, que vem de dentro do Remo para o reconduzir a breve prazo ao caminho normal e de virtude de que o têm tentado afastar.

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Quem ri por último…

Posted on 21 Fevereiro 2009 by admin

O resultado das eleições de hoje dão a vitória à lista encabeçada por Rascão Marques. Mas há que dizer que sem a admissão da APAR como associada da FPR, foi de facto bem mais fácil vencer estas eleições.
Mais, se por um lado foi possivel constactar que os votos dos clubes com maior poder de voto (9 votos) foram equilibrados, o mesmo não se pode dizer, dos restantes clubes com 3 e 1 voto. Bastou ver Rascão Marques ter ido votar por um clube do sul e ter conquistado a “simpatia” de todos os clubes com 3 votos.
Também foi possivel ver representantes de clubes que nunca foram vistos em tais lides, tanto eleitorais, como desportivas. E hoje foi vê-las (as representantes) em filinha à porta da Assembleia, como quem espera na fila do pão, a aguardar pela chamada para colocar uma cruz no bilhetinho mágico a troco de sabe-se lá o quê. Pouco depois da votação, já eram! Desapareceram tão depressão como apareceram.
Por incrivel que possa parecer, tudo isto teve um grande contributo daqueles clubes que pouco ou nada contribuem para o remo nacional. Até o clube da Horta teve representante (uma representante) e adivinhem em quem votou… Já para não falar num ou noutro clube com algum peso no remo nacional que alinhou pela lista da continuidade, apesar de também se queixarem de que isto vai tudo mal.
Mas uma coisa é certa, este escrutinio não acaba aqui e como diz o povo “quem ri por último…”!

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